O CNJ agrupou as políticas judiciárias nacionais em cinco eixos e transferiu atribuições de comissões para cada política temática.
O CNJ agrupou as políticas judiciárias nacionais em cinco eixos e transferiu atribuições de comissões para cada política temática.
A Resolução 691, de 8 de julho de 2026, reorganiza a apresentação das Políticas Judiciárias Nacionais Programáticas. A classificação é informativa e poderá ser atualizada sempre que uma política for criada, extinta ou reposicionada.
Cinco frentes estruturantes
O primeiro eixo reúne governança, inovação e integridade, com políticas de gestão de pessoas, auditoria, comunicação, segurança, acessibilidade e enfrentamento ao assédio. O segundo concentra eficiência na prestação jurisdicional, incluindo precatórios, saúde, execuções fiscais, conciliação, demandas repetitivas e conflitos fundiários.
O terceiro eixo trata de tecnologia da informação, modernização de sistemas e inclusão digital. O quarto agrega direitos humanos e proteção de populações vulneráveis, como políticas sobre violência contra mulheres, equidade racial, liberdade religiosa, pessoas idosas, população em situação de rua e meio ambiente. O quinto reúne sistema criminal e segurança pública.
Supervisão ligada às políticas
Conselheiros responsáveis por políticas poderão propor colegiados e indicar coordenação, mas a criação dependerá de decisão da Presidência. Com isso, a estrutura de apoio passa a ser associada à política temática concreta, em vez de permanecer vinculada a comissões permanentes gerais.
A resolução revoga a norma de 2019 que organizava as comissões permanentes. As atribuições anteriores deverão ser regulamentadas no âmbito das próprias políticas ou por atos específicos do Conselho.
Fonte primária: Resolução CNJ 691/2026.
